Seja bem vindos ao blog "Fatos de Caraúbas", espaço destinado ao resgate da história e memória do povo caraubense Esperamos contar com a sua colaboração.
Abraço a todos.
Att,
Francisco Verissimo de Sousa Neto, criador-administrador do Fatos de Caraúbas, integrado ao Portal Fatos do RN.
domingo, 15 de julho de 2018
FATOS DE CARAÚBAS
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Silvério Marinho

SILVÉRIO MARINHO DA MOTA, filho de Manoel Marinho da Mota e Antonia Rufina da Mota, nasceu em 20 de junho de 1905, na várzea do município de Apodi/RN. O caçula entre outros irmãos, estudou até o 3º ano primário com a professora Herculana Morais, que ensinava como professora particular a um grupo pequeno de alunos.
Saiu da casa dos seus pais, na Várzea do Apodi, no ano de 1933, mudando-se para o Sítio Cumbe, no município de Caraúbas/RN. Nunca quebrou o elo com seus familiares e amigos. No ano de 1934 construiu a primeira casa de tijolo(essa casa existe até hoje e localiza-se no centro da comunidade) e um grande armazém comercial, dando assim inicio a fundação do Distrito de São Geraldo. Quando se tornou proprietário do Sítio Cumbe, hoje São Geraldo, umas das primeiras providências que fez foi dar emprego para vários dos seus conterrâneos, começando pelo seu vaqueiro Bento Horácio e também outros, que trabalharam na agricultura e corte de palha de carnaúba, etc.
Em 1935 casou-se com Guiomar Marinho da Mota. Desse consórcio teve os seguintes filhos: Adete Guiomar da Mota, Alarmar Guiomar da Mota, José de Ribamar Marinho da Mota, Maria da Salete Marinho da Mota e Silvério Marinho da Mota Júnior.
Silvério era de religião Católica Apostólica Romana, e foi batizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São João Batista, na cidade do Apodi. Participou de todas as festas da padroeira, no dia 08 de dezembro, desde a época de criança até o ano de 1982, pela última vez fez a sua homenagem a sua protetora Virgem da Conceição.
Em 1936, Silvério Marinho tornou-se proprietário da maior parte da terra do Sítio Cumbe, que tinha essa denominação em virtude de estar localizado â margem esquerda do riacho Cumbe, no município de Caraúbas/RN. Tendo o sítio permanecido com este nome, até o ano de 1942, quando Silvério pagou uma promessa em agradecimento por sua saúde, construindo uma Capela no ano de 1940 com recursos próprios e ajuda dos amigos: Adelino Sena, Raimundo Sena, José Sena, Raimundo Sena Sobrinho, Francisco Lopes, Joel Gurgel, Adauto Morais, Herculana Morais, Clementino Farias que se tornou em 1940, proprietário do restante do sítio doando o terreno para a construção da capela e muitos outros que colaboraram. Na época o prefeito de Caraúbas, Sr. João Gurgel Guerra, conhecido pela alcunha de Joca Guerra, e sua esposa Dona Nazaré, eram amigos do casal Marinho Mota e por esse motivo os presentou com a imagem de São Geraldo para ser o padroeiro da capela, mas como havia feito a promessa para Nossa Senhora da Saúde, Silvério combinou com o seu compadre e amigo Clementino Farias mudar o nome de sítio Cumbe para São Geraldo em homenagem ao prefeito pelo presente recebido e a capela seria chamada de Nossa Senhora da Saúde. Quando construiu a capela, quem tocava banda de música nas festas de 15 de agosto era a banda de música da cidade do Apodi e as cantoras da Igreja Nossa da Conceição que eram: Senhora Adolfina, Isa Mota entre outras.
No ano de 1948, elegeu-se vereador na cidade de Caraúbas, representando o Distrito de São Geraldo, no período de 1948 até 1951.
No ano de 1948, elegeu-se vereador na cidade de Caraúbas, representando o Distrito de São Geraldo, no período de 1948 até 1951.
Silvério Marinho da Mota é considerado um dos principais fundadores do Sítio São Geraldo, contribuindo para que sua localidade um dia torna-se "Distrito" do município de Caraúbas/RN. O que de fato aconteceu no ano de 1963, através da lei nº 3003, de 19 de dezembro de 1963, sancionada pelo Governador do RN, Aluizio Alves, a então Vila de São Geraldo, passou a categoria de "Distrito" de São Geraldo.
No ano de 1976, foi candidato a vice-prefeito de Caraúbas, na chapa encabeçada por Guido Gurgel, mas infelizmente não foram eleitos.
Silvério Marinho da Mota, faleceu no Distrito de São Geraldo, município de Caraúbas/RN no dia 01 de janeiro de 1983. É patrono da Quadra de Esportes de São Geraldo. Seu nome é um dos principais nomes cotados para o "futuro município de São Geraldo", com o nome de "Silvério Marinho", a ser desmembrado de Caraúbas/RN.
*Francisco Veríssimo - Blog Fatos de Caraúbas - Portal Fatos do RN
domingo, 30 de abril de 2017
Subsídio histórico sobre o Apanha Peixe
POR GERALDO FERNANDES
Lagoa do Apanha-Peixe, município de Caraúbas/RN. Foto: Edivaldo Barbosa
Na lagoa do Apanha-Peixe, no inicio do século 18, residia Manoel Nogueira, ele era um rico fazendeiro, que tinha obtido junto com seus familiares sete datas de terra, tendo cada uma delas, três léguas de cumprido por uma de largura, isto na Ribeira do Apodi.
Manoel Nogueira foi o primeiro povoador do Apanha Peixe, pois lá mesmo ele fundou uma grande fazenda de gado como também de escravos, levantou ao leste da lagoa um forte para defender-se dos sucessivos ataques dos índios, este forte passou a ter o nome de "Tapera Velha".
O maior conflito entre os Nogueiras e os índios no Apanha Peixe, foi logo após a colonização do Apodi, datada de 9 de agosto de 1688, foi nesse dia que Matias Nogueira, João Nogueira e Baltazar Nogueira, fundadores do Apodi, juntamente com seus escravos travaram uma luta contra os Índios Tapuias Paiacus. Nessa luta os índios deixaram morto no campo de batalha, às margens da lLgoa do Apanha-Peixe, Baltazar Nogueira.
Fonte: Nota sobre a Ribeira do Apodi, de Nonato Mota.
A DIVISÃO DO APANHA PEIXE
Acontece que a 9 de maio de 1740 começa a demarcação da data de Sesmaria do Apanha -Peixe, tal data foi requerida por Margarita de Freitas e Antônia de Freitas, no lugar denominado de "Tapera Velha" ao leste da Lagoa Apanha-Peixe para o lado do Pacó. Em 29 de julho de 1751, o Apanha-Peixe foi dividido em duas partes, pois o capitão Manoel Carvalho de Azevedo comprou estas ditas terras que passou se chamar de "Apanha Peixe de Fora", ou seja, o Apanha Peixe de fora, é hoje o atual "Apanha Peixe dos Crentes", já o antigo Apanha Peixe continuou nos domínio dos Nogueiras.
Fonte: Livro Termo Mineral - Olho D'água do Milho de Cristiano Gurgel pg. 43.
O AÇUDE DO APANHA PEIXE
O açude do Apanha-Peixe fica encravado no Sítio de mesmo nome, o açude teve sua primeira parede iniciada pelo governo imperial no ano de 1889, com os recursos enviados para os flagelados da seca, depois foi ampliado com auxílio do Governo do Estado, e quase construído no ano de 1941, neste mesmo ano o açude tinha uma capacidade de 10 milhões de metro cubicos.
Fonte: Caraúbas Centenária.
ORIGEM DO NOME
O nome de Apanha-Peixe, segundo a tradição oral, vem do fato que quando o vento soprava fazia ondas nas águas, e jogava os peixes fora, naquela época não existiam redes para pegar os peixes, e quando eles ficavam fora da água o povo gritava "Apanha-Peixe!", e tão grande era a pescaria que se realizavam a mão sem auxílio de qualquer outra armadilha, que veio para a lagoa, o sugestivo nome de "Apanha-Peixe".
Outro fato que marcou a comunidade foi no dia 12 de junho de 1927, foi nesta data que o temido Lampião e seu bando de passagem para Mossoró, fizeram rápida parada naquela lagoa aonde banharam os seus animais, encheram suas moringas d’águas e em seguida fizeram José Paulino Bezerra, mais conhecido como "O Velho Pequeno" como refém. Segundo os mais velhos, apesar da pisa que "Pequeno" sofreu, ele não entregou nenhum vintém de suas economias aos bandidos.
Fonte: Na Trilha do Passado de Sergio Augusto de Sousa
*Geraldo Fernandes é escritor e membro da Academia Apodiense de Letras(AAPOL).
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Algumas datas referentes a história de Silvério Marinho da Mota
Silvério Marinho da Mota residente na Várzea do Apodii/RN abre uma bodega na casa de Chiquinha da Costa, como era conhecida na região e respeitada por todos. Com o aval da viúva que se tornou a segunda mãe de Silvério, este foi a cidade do Apodi/RN se apresentar ao coronel Lucas Pinto para tomar quinhentos mil réis emprestado para a bodega surtir. O Coronel não só emprestou, mas o levou à cidade de Mossoró apresentando aos irmãos Ezequiel e Pedro Fernandes, a grande firma comercial. Daí surgiu todo o sucesso. Com o passar de alguns anos, Silvério Marinho da Mota pagou ao seu benfeitor setenta e cinco contos de réis.
Ano de 1934
Silvério Marinho da Mota pede a viúva Chiquinha da Costa para construir ao lado da casa dela uma casa de morada e um armazém de alvenaria.
Ano de 1935
Silvério Marinho da Mota casa-se com a cearense Guiomar Carvalho Cunha que com o seu carisma conquistou uma grande freguesia, transformando a bodega em uma grande casa comercial.
Fonte: Adete Mota, filha de Silvério Marinho.
domingo, 9 de abril de 2017
Igreja Matriz de São Sebastião
Igreja Matriz de São Sebastião, em Caraúbas/RN.
Em 1791, uma grande seca assolou o sertão ameaçando exterminar o gado da região. Leandro da Cunha, devoto de São Sebastião, prometeu construir uma capela para o santo se surgisse água franca para a manutenção de sua fazenda. Cavando então um poço perto do riacho a água jorrou em abundância e nunca mais secou.
A partir desse momento, o poço passou a ser chamado de Poço de São Sebastião, que existe até hoje em frente à matriz da cidade. Construída a capela, as romarias e as festas religiosas realizadas atraíam para o local grande número de fiéis, que vinham até mesmo dos mais distantes sertões.
A devoção por São Sebastião continua até hoje, quando os caraubenses comemoram os 150 anos de evangelização em louvor ao santo padroeiro. De 10 a 20 de janeiro, Caraúbas vive seu momento maior de fé e tradição de um dos maiores eventos sócio-religioso do interior do Estado do Rio Grande do Norte. No último dia dos festejos, uma grande procissão segue o andor com o santo percorrendo as principais ruas da cidade e encerrando na Igreja Matriz. Antes da criação da Freguesia Eclesiástica de Caraúbas, esta pertencia à Freguesia (Paróquia) de Apodi.
Fonte: Blog Chão Potiguar - http://chaopotiguar.blogspot.com.br/2008/10/blog-post.html
sábado, 1 de abril de 2017
Casa Grande da "Fazenda Sabe Muito"
Casarão senhorial construído com recursos próprios do Sr. Capitão ALEXANDRE MAGNO DE OLIVEIRA PINTO, natural de Apodi (sítio Ponta),bisavô do ex-governador Monsenhor Walfredo Gurgel e de Eudóxio Magno de Oliveira Pinto (Pai das Professoras Coeli Magno e Socorro Magno, casada com o Sr. Zé Bolacha (José Ferreira da Costa).
A enorme casa, vista da beira da estrada entre os municípios de Apodi e Caraúbas, sobressai em meio à paisagem seca da caatinga no Médio Oeste. A casa grande da propriedade, encravada em um outeiro, foi construída em 1868. Até hoje, não se tem notícias sobre o reconhecimento histórico-arquitetônico, através de processo de tombamento em nível estadual, para averiguar a importância da construção.
A fazenda “Sabe Muito” é o coração da cidade de Caraúbas, a qual foi erguida no final do século XVII, quando vieram para o Brasil alguns portugueses, oriundos da Vila de Faral, província do Douro. Segundo Epitácio Fernandes Pimenta, um índio Payacu, amigo do português Antônio Coutinho, havia encontrado um olho d’água nas imediações da fazenda.
“Antônio Coutinho perguntou se o índio sabia mesmo onde se achava água, o mesmo respondeu: ‘Eu sabe muito’. Coutinho, como todo bom português, conhecia um pouco de sua língua, achou interessante a maneira do Paiacu falar e daquele dia em diante deu o nome dessas terras de Fazenda Sabe Muito”, escreveu Epitácio Pimenta no livro Caraúbas Centenária,
A casa é rústica, mas impressiona pela grandeza que foi construída. É a maior casa do município e parece uma fortaleza, com suas possantes paredes de quatro enormes tijolos que sustentam uma cumeeira com altura de 50 palmos de altura, além de 27 portas e 41 janelas abrigando 20 cômodos. Atualmente, a casa grande da Fazenda Sabe Muito está abandonada, servindo de refúgio para morcegos, ratos e outros animais silvestres.
Atualmente, o Sabe Muito pertence a Jonas Armagílio de Oliveira e Joana Eulália de Oliveira que comprou a propriedade e se estabeleceram na região no ano da graça de 1960. Muito cortês, os descendentes moram ao lado e podem mostrar a casa para o visitante. Nos fundos da casa grande, há uma casa de farinha com os equipamentos velhos e sem uso, mas ainda existe a prensa, o forno e uma grande moenda.
No ermo dos alpendres solitários da fazenda, uma lenda se espalha feito vento ligeiro, contando que existe uma botija de ouro sob os tijolos da imensa sala da casa. A moradora Edileuza de Oliveira Silva afirmou ter escutado a história de um antigo morador da região, mas nunca se interessou em escavar a área.
Edileuza confirma que vem gente "de todo canto" para visitar a casa. Os nomes de inúmeros visitantes incultos estão inscritos com giz nas paredes dos cômodos da fazenda, demonstrando pouca importância pela preservação do lugar.
Casa de Farinha
Casa de Farinha secular, num dos cômodos do Sabe Muito.
A casa de farinha guarda traços dos hábitos dos antigos coronéis sertanejos quando castigava escravos preguiçosos. Grandes armadores, colocados no alto das paredes, são sinais de que o lugar teria sido cenário de torturas físicas, quando as escravas eram colocadas de cabeça para baixo para receber chicotadas. “Elas deveriam ficar nuas para ter o castigo”, ressaltou Edileuza.
Longe das lendas e com toda sua história impregnada nas suas grossas paredes, a Fazenda Sabe Muito permanece relegada ao abandono, disposta a ação dos vândalos e do tempo. A solução é esperar que o órgão responsável pelo patrimônio histórico e arquitetônico do Rio Grande do Norte, a Fundação José Augusto, faça um levantamento para o processo de tombamento do Sabe Muito.
Fontes: Marcos Pinto, historiador e advogado apodiense.
Blog Chão Potiguar - http://chaopotiguar.blogspot.com.br/
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Curiosidades do Sítio São Geraldo
Distrito de São Geraldo, em Caraúbas/RN
Você sabia que:
Silvério Marinho da Mota chegou no Sítio Cumbe ( hoje Distrito de São Geraldo ), em janeiro de 1933 e no ano de 1934 realizou as seguintes construções de alvenaria: Casa de morada ( hoje Vila Guiomar), o armazém (2ª) e no ano de 38 a casa de morada de Chiquinha da Costa (hoje a casa de Lourdes de Chico Farias). Em 1936 tornou-se proprietário de 105 braças de terra.
Clementino Farias passou a residir no Sítio Cumbe no ano de 1940, se tornando proprietário de 75 braças de terra, herança dos familiares de Chiquinha da Costa.
Fonte: Informações de Jacira Sales, Seu Dodé, Seu Lulila .
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Silvério Marinho e Guiomar Mota
Guiomar Cunha da Mota e Silvério Marinho da Mota, casal que muito contribuiu para a fundação, crescimento e desenvolvimento do "Sítio Cumbe", atual Distrito de São Geraldo, no município de Caraúbas/RN. Desde ilustre casal, nasceram os seguintes filhos: Adete Guiomar da Mota, Alarmar Guiomar da Mota, José de Ribamar Marinho da Mota, Maria da Salete Marinho da Mota e Silvério Marinho da Mota Júnior.
Para ler a biografia completa de Silvério Marinho da Mota, clique aqui
Para ler a biografia completa de Silvério Marinho da Mota, clique aqui
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Casarão do Coronel Quincas Saldanha
O finado Manoel
O lendário Valdetário Carneiro também teve seu dia mais descontraído quando acabou contribuindo para os Causos de Caraúbas.
Ia ele na sua pick up possante na zona rural de Apodi, quando já próximo da cidade, um senhor, meio alquebrado pelos anos, acenou pedindo carona. Valdetário prontamente atendeu o pedido, abriu a porta e facilitou a entrada do passageiro. Já aboletado e no conforto do ar condicionado o senhor começou a puxar conversa:
“ O senhor vai pro Apodí?” “Vou sim”, respondeu Valdetário. “Vou tratar de negócios no Banco”. Aí o carona por gratidão resolveu dar uma de conselheiro: “ O senhor tenha cuidado. Se vai tirar dinheiro no Banco e andando nesse carrão, aqui por essas bandas, há muita gente perigosa por aí. Tem um tal de Valdetário Carneiro de muita fama na região que pode ser um grande risco, principalmente pra quem é de fora.”
Valdetário riu da situação e até agradeceu: “Obrigado, eu vou ficar atento”. Em seguida devolveu a pergunta: “E o senhor não tem medo de estar sozinho nessa beira de estrada? E se de repente lhe aparece o tal do Valdetário Carneiro?” . “Ele que venha” completou o carona com aquela valentia de quem se sente em confortável distância do perigo. E ainda acrescentou “ Um homem nasceu pra outro”.
Chegados ao destino, o carona já ia descendo quando resolveu fazer mais uma pergunta em meio aos agradecimentos: “Obrigado por tudo senhor. Vá com Deus. Mas como é mesmo o seu nome?” Com toda naturalidade Valdetário respondeu: “Eu sou Valdetário Carneiro. E o senhor , como se chama?”
Branco como um capucho de algodão, suando por todos os poros, com as pernas trêmulas e a voz embargada, o carona mal conseguiu balbuciar: “Eu sou o finado Manoel”.
sábado, 19 de novembro de 2016
Solenidade na Sociedade Educadora Caraubense-SEC
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Personagens em cena: Da esquerda para a direita - Vereador Lauro Pamplona, Walter Câmara, Prefeito Nicó Fernandes, Filemon Câmara, Alberto Câmara, Celso Costa, Fernando da Ancar(hoje Emater) e o Professor Tarcísio Fernandes. Foto por volta de 1965/1966.
Fonte: Jose Eudo Câmara
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Quitéria Gurgel do Amaral
QUITÉRIA GURGEL DO AMARAL - { 1822 - 1897 } Aracati/CE - Caraúbas/RN. Filha de José Gurgel do Amaral c.c Quitéria Ferreira de Barros.
Dona Quitéria, como era conhecida, foi fiel ativa da Igreja Católica em Caraúbas. Foi ela quem promoveu a criação da Paróquia de São Sebastião, além de promover a transformação da capela em Igreja matriz. Genitora de uma grande descendência Gurgel em todo RN.
Fonte: CLENILDO MAIA - Pesquisador/Historiador.
sábado, 6 de agosto de 2016
Sebastião Maltez

Dr. Sebastião Maltez Fernandes, natural do Sítio Guanaraba, município de Caraúbas/RN, filho de Leonel Fernandes Carneiro e de Maria José Fernandes de Oliveira.
Era casado com Maria de Lourdes Gurgel(filha do Capitão Tibúrcio Gurgel e Maria Joana Gurgel)
Foi Deputado do RN durantes três mandatos, um dos poucos caraubenses(provavelmente o único) que foi Presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte(ALRN). Foi Presidente da ALRN nos anos de 1953, 1954 e 1955
Faleceu em 12 de março de 1978, aos 73 anos de idade.
Dados colhidos no livro PRESIDENTES DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO RN, IMPÉRIO E REPÚBLICA. De autoria do escritor Raimundo Alves de Souza.
sábado, 21 de maio de 2016
Bairros de Caraúbas
Este espaço é destinado aos Bairros que ficam situados na cidade de Caraúbas.
Em breve iremos elaborar a história destes bairros e publicar aqui
Alto Liberdade
Alto São Severino
Alto Boa Vista
Centro
Leandro Bezerra
Renascer
Sebastião Maltez
domingo, 24 de janeiro de 2016
Algumas curiosidades sobre o Distrito de São Geraldo
A viúva Chiquinha da Costa , proprietária do Sítio Cumbe, não teve filhos.
A primeira criança nascida no Sítio Cumbe foi ADETE GUIOMAR DA MOTA ( minha mãe).
No ano de 1936, SILVÉRIO MARINHO DA MOTA, comprou 105 braças de terra e se tornou o maior proprietário do Sítio Cumbe, que hoje receb o nome de São Geraldo.
SILVÉRIO MARINHO DA MOTA sonhava com o desenvolvimento desse sítio e lutou para torná-lo município.
Antes de morrer Silvério viu alguns dos seus sonhos realizados, um deles foi o desenvolvimento do Sítio Cumbe, atual distrito de São Geraldo, pois quando ele morreu já havia mercado, escola, cemitério entre outras coisas.
A feira de São Geraldo era aos domingos, e muito visitada por pessoas da redondeza, os seus produtos eram vendidos pra muita gente, inclusive vinham caixeiros viajantes somente para vender seus produtos na feira.
Por Fátima Mota , neta de Silvério Marinho da Mota, fundador do Distrito de São Geraldo.
A primeira criança nascida no Sítio Cumbe foi ADETE GUIOMAR DA MOTA ( minha mãe).
No ano de 1936, SILVÉRIO MARINHO DA MOTA, comprou 105 braças de terra e se tornou o maior proprietário do Sítio Cumbe, que hoje receb o nome de São Geraldo.
SILVÉRIO MARINHO DA MOTA sonhava com o desenvolvimento desse sítio e lutou para torná-lo município.
Antes de morrer Silvério viu alguns dos seus sonhos realizados, um deles foi o desenvolvimento do Sítio Cumbe, atual distrito de São Geraldo, pois quando ele morreu já havia mercado, escola, cemitério entre outras coisas.
A feira de São Geraldo era aos domingos, e muito visitada por pessoas da redondeza, os seus produtos eram vendidos pra muita gente, inclusive vinham caixeiros viajantes somente para vender seus produtos na feira.
Por Fátima Mota , neta de Silvério Marinho da Mota, fundador do Distrito de São Geraldo.
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